Estreia como colunista no site WebVegan – Sobre Diálogos

Orientando quem Orienta o DIÁLOGO

Graça Santos

 

Este é o primeiro, de uma série de dez artigos,  com a promessa de inspirar conversas transformadoras  e expandir possibilidades para novos discursos, textos e contextos de uma forma mais positiva para lidar coletivamente com o diálogo.

 

Desde sempre, tendo a consciência de que no diálogo encontramos a principal ferramenta na construção de parcerias, tanto na jornada pessoal, quanto na profissional, bem como, na minha crença pessoal, é a mais alta e potente tecnologia de comunicação de todos os tempos, no entanto, de tão simples, é complexo.

 

Inspirada em David Bohm (1917-1992),  um dos maiores físicos quânticos de todos os tempos, deixou como legado para a Humanidade a sua metodologia dos grupos de Diálogo.  Ele  apresentou o diálogo como uma forma de livre associação conduzida em grupos, sem nenhum propósito pré-definido, a não ser o mútuo entendimento e a exploração do pensamento humano. Seu objetivo é o de permitir que participantes examinem seus preconceitos, dúvidas e padrões de pensamento, e nas  ideias das visionárias Linda Ellinor e Glena Gerard, fundadoras do Dialogue Group. Como do diálogo tem muitas faces, usarei também abordagens baseadas em Jung e Gestalt. Na verdade, deveríamos entender que existem diversas formas de diálogo, e que todas compartilham a intenção de promover a aprendizagem, o crescimento, o entendimento, a cura e a ressignificação  de novos cenários.

 

As raízes gregas do diálogo são diá (através de) e logos (significado). O diálogo nos impulsiona a ultrapassar estereótipos culturais e a desenvolvermos um sentimento de significado compartilhado, porque aprendemos quem cada um de nós é, autenticamente.

 

A prática atual do diálogo provoca alguns questionamentos e reflexões…Vamos ao diálogo!?

 

  • A sua visão do mundo encontra ordem no caos por meio do diálogo?
  • Qual é a sua disposição para dialogar?
  • O que você observa sobre como você se comunica com outras pessoas?

 

Eu não poderia encerrar, dizendo que estou começando a refletir sobre o diálogo. Agradeço a você por ter lido até aqui, e já lhe convido para continuar, cocriando um novo design para melhor relacionamento intrapessoal e interpessoal e beneficiar mais pessoas com a mais poderosa tecnologia de comunicação…O diálogo!

 

 

Duvidas ou sugestões sobre este tema?  Estou a disposição para dialogar e compartilhar conhecimento! Dialogue comigo em [www.orientandoquemorienta.com.br] ou pelo Escritório Virtual de Coaching . As suas ideias poderão fazer parte do e-book que será criado com os 10 artigos.

 

Referência: Diálogo – Redescobrindo o poder transformador da conversa, Linda Ellinor e Glenna Gerard, Editora Futura, 1998

Colunista WebVegan

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Idéias e observações de um economista catalão sobre as áreas de melhoria da economia e das empresas.

As caixas (onde jogar papéis e outras coisas)
No nosso país temos sempre acreditou que as caixas nas ruas, praças, estações, aeroportos, etc.eram um sinal de civilidade e de ensino superior eo número de caixas, a cidade mais limpa e cidadãos educados.

Mas não, olhe …
Um par de meses atrás, eu estava viajando para o Japão, eu sabia que era um país muito bem organizado e disciplinado cidadãos conscientes, e é realmente assim, as ruas são limpas, há pouco ruído, tudo é ordenado, marcados e limpos.
Mas, surpresa ou um espanhol! papel não (exceto em cantos específicos onde há cinzeiros e áreas para fumadores)

A pergunta imediata é:
Como os japoneses começam sem papel, sem traços, as ruas e calçadas?

Uma conclusão imediata:
Se os japoneses, não de papel não sujar as ruas deve ser porque a sua educação cívica e sentido, é muito maior que a nossa.
Assim: Quanto mais rude e grosseiro como um país necessita de mais papel.

Custos
Se calcularmos o custo de:
¨ caixas de instalação.
¨ escaninhos Limpeza.
¨ resíduos Carry em algum lugar
¨ Manutenção e substituição de contentores de lixo
¨ Temos também o custo de remoção que não está indo para as fábricas de papel.
Significa que parte do dinheiro público vai para as acções que se fôssemos mais educados e cívica não seria preciso.

A proposta
Capaz de eliminar as caixas nas ruas de nossas cidades, reduzir drasticamente o custo resultante de dinheiro público a comportar-se, através de:
¨ consciência.
¨ Educação
¨ muito pesadas multas sobre os que jogue alguma coisa (não há necessidade de puxar, puxar pagar, muito)
Obviamente, se o que fazemos hoje para amanhã as nossas cidades pode parecer lixeiras, mas, se feito de forma gradual:
¨ Informar que dentro de meses X desaparecer papel
¨ Isso será bom para jogar algo, digamos, 500 €
¨ Remover primeiros 50% de papel e depois, gradualmente, o resto.

Você acha que isso é bom e possível?